
Para sanduiche ou batatinha frita, mostarda é sempre uma boa idéia
Molhos são uma parte fundamental de qualquer sanduiche. Não por acaso, a McDonalds até hoje se gaba de seu molho não tão secreto, que durante um tempo virou mote de várias outras casas menores. Assim como a carne, essa é uma opção que você deixar a cargo de uma grande marca e ter algo com sabor genérico…ou então ter a experiência única de fazer algo que tenha um sabor próprio. Mostarda é meu favorito da santíssima trindade “catchup-maionese-mostarda”, por isso resolvi começar por ele.

Cebola frita sempre deixa tudo melhor
Existem várias receitas, algumas incluem até farinha. Mas sou a favor da máxima que “simples é bom”. Para fazer um molho legal você vai precisar de: Meia colher de sopa de manteiga (margarina não é manteiga, por favor); cebola piacada; 200g de creme de leite (uma caixinha); duas colheres de sopa de mostarda; sal. Comece dourando a cebola na manteiga em fogo baixo por cerca de 3 minutos. Depois, coloque todo o creme de leite e, em seguida, a mostarda. Acrescente sal (eu uso umas seis ou oito pitadas) e vá misturando até começar a borbulhar (é quando você sabe que está fervendo). Pronto! Desliga o fogo e espera um tempo para ganhar mais consistência.

Começa assim, mas rapidinho fica tudo amarelo
Algumas recomendações básicas: esse molho não fica bom se você guardar (afinal, não usamos nenhum conservante). Nessa quantidade ele serve bem uns quatro ou cinco sanduiches. Também fica bom para comer com batata frita. Por isso você tem mais que bons motivos para acabar tudo logo de uma vez. Se tentar diminuir os ingredientes para fazer uma porção menor, corre sérios riscos de perder sabor. Não seja fominha, convide os amigos e faça para todo mundo. =)
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Primeira divisão? Casa abre 24h por dia e aceita cartão de crédito e debito
O Sport Burguer é um endereço certo para quem gosta de sanduiche e não tem frescuras. O espaço é bem simples, com seis mesas, um balcão, a cozinha e uma TV. Fica aberto 24h, faça chuva ou sol, com o Sport ganhando ou perdendo partida. Cozinha honesta, prepara sandubas grandes todos feito na hora. O cardápio é bem básico, com cheeseburger, cheesebacon, etc. A grande pedida aqui é o “X-Bacon Especial“. É tipo um “tudão”, mas coerente – não mistura salsicha com hamburguer, por exemplo – bem barato e que mata a fome.
Prós: Aberto 24h, Aceita cartão, Catchup e maionese em bisnaga, sanduiches grandes
Contras: Se você não torce pelo sport, não vai se sentir muito a vontade
Fica na Av. Norte, 3957. Tamarineiria [ mapa ]
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A carne quadrada do Steakhouse
De todas as lanchonetes onde já comi, o Burger King é a que tem o maior fetiche pelo tamanho dos sanduiches que serve. Aqui é o único lugar onde quantidade é maior que qualidade. E, por isso, toda nova opção em seu cardápio é antes de tudo um espanto nas fotos e exageros de receita (quatro hamburguers, etc). O Steakhouse Burger não foge a essa regra. É um “pedação” (ao menos no parametros da fast food) de carne, com molho barbecue e cebolas fritas. E um pão mais macio e pouvilhado. Tudo bem simples.
Quando comi o Steakhouse – na loja do Shopping Center Recife – eles não tinham as tais cebolinhas. E não me deixaram substituir por nenhum outro ingrediente. Acabei pagando um pouco mais por duas tiras de bacon no sanduiche. Caso contrário seria apenas carne, alface, cebola e tomate, além de molho. É grandão, mas não mata a fome se não vier com algum acompanhamento como batata-frita. Mas é gostoso, principalmente (e isso vale para quase tudo que a BK faz) por causa do pão, que parece um pão francês redondo.

O sanduiche na teoria. Foto tirada do site da lanchonete
Mesmo com uma carne diferente, o Steakhouse não foge a regra de todos os sanduiches da rede. A carne é preparada com antecedência e guardada em uma pequena gaveta. Quando o pedido é feito, ela é requentada e servida. Por isso não é exatamente a melhor opção da casa, porque custa mais caro que um Whooper por apenas um pouco a mais de carne (o Whooper vem com 115 gramas), sem queijo e, no meu caso, sem as tais cebolinhas.
Avaliação: 








(5/10)
- Apresentação:




(3/5)
- Ingredientes:




(1/5)
- Quantidade:




(3/5)
- Sabor:




(3.5/5)
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Esse abre a série de sanduíches que eu invento fazer na madrugada para matar ansiedade. Eu batizo eles assim em homenagem as lanchonetes que só fazem sanduiches com o próprio nome do lugar – como a Burgomestre e os “mestre cheddar”, “mestre bacon” e Laça Burger e os “laça cheddar” e “laça bacon” da vida – e também pela minha incrível falta de criatividade para dar nome as coisas. Tenho pena quando penso o que vai acontecer com meu filho/a quando ele nascer (por causa do nome e não pelo tanto que ele vai engordar de madrugada).

A graça está em experimentar texturas. Para o número um eu usei creme de queijo emental, queijo prato processado, uma rodela de cebola, dois dentes de alho e molho barbecue. O creme é justamente para contrapor o sabor de queijo com algo pastoso e a escolha por um processado no lugar do natural é também a favor da consistência quase pastosa que ele tem. Seja generoso com você, faça um hamburguer do tamanho da sua fome. Dessa vez, também coloque um dos dentes de alho – partido, claro – na mistura da carne. Enquanto prepara, já deixe o pão com uma fatia de queijo em cada metade.

Passe o creme de Emental de um lado e o molho barbecue do outro. Use a cebola picada e o outro dente de alho para fritar junto com o hamburguer. Se preferir, frite-os numa panela a parte com molho soyo ou inglês. Quando terminar, distribuia elas por cima da carne e pronto. É só comer e ser feliz. Cuidado para não se empolgar demais e fritar demais as cebolas, como eu fiz dessa vez. A graça de usar elementos com texturas diferentes é que você não atrapalha o mais importante da experiência, que é comer a carne.

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Do it Yourself: É sempre melhor que comprar industrializado
Regra número um para qualquer lanchonete decente: é preciso fazer seu próprio hamburguer. Qualquer um pode pegar aqueles congelados de marca e por numa chapa. E o sabor seria o mesmo em qualquer lugar que você vá comer. Não se deixe enganar por molhos secretos, queijos finos e legumes excentricos, quem dá o verdadeiro sabor e personalidade ao sanduiche é a carne. Sem falar que esses congelados, depois de fritos, não tem 1cm de expessura e não matam fome nem de uma modelo anoréxica.
Para fazer seu próprio hamburguer, comece escolhendo a carne. A escolha ideal, para quem não está muito por dentro de cortes, é o Patinho. Com 500g você consegue fazer 4 porções decentes de hamburguer. Mas não tome isso como regra. Experimente outros cortes e proporções de acordo com sua fome. Depois de descongelar deixe uma parte na geladeira e outra do lado de fora, até que fique em temperatura ambiente. Quando isso acontecer, tempere as partes com sal e catchup (isso mesmo). Pode também usar molho inglês ou – no meu caso – molho de alho.
Algumas pessoas vão te sugerir passar ovo para “dar liga” a carne. Não precisa tanto, até porque só vai fazer mais sujeira. O segredo é juntar a parte fria da geladeira com a que ficou do lado de fora. Faça uma bola do tamanho da que é usada no golf – ou o que pareça isso, caso nunca tenha jogado golf, como eu – e depois amasse para formar o hamburguer. Use a palma da sua mão como referência. Feito isso, só precisa passar dois fios de olho na frigideira, jogar a carne lá e esperar fritar. Pronto!

Escolha da carne: use patinho moído de preferência
Ingredientes:
500g de patinho moído
Sal a gosto
Catchup
Molhos a gosto (inglês, soyo, alho, etc)
Dicas de preparo:
Não se preocupe, ele vai ficar bem frito por dentro. Por isso não deixe muito tempo virado de um lado para não fritar demais. Seja criativo quando se trata de sabor. Você pode por pedaços de bacon dentro da carne, por exemplo!
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O New York Times publicou, no começo dessa semana, uma reportagem chamada “The Perfect Burger”. O gancho foi o lançamento do DBGB’s, uma nova lanchonete refinada na região do Bowery, em Manhattan. Jane Sidal, repórter que assina o texto, reuniu 30 chefs dos Estados Unidos para que eles dessem sua receita para o sanduiche perfeito. Da escolha do pão ao tratamento da carne, passando pelos molhos e os segredos que fazem que cada receita seja exclusiva. Vale a pena dar uma lida. Tem até um infográfico interativo, mostrando algumas partes fundamentais do hamburguer.
Dica do Tiago Agostini
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Começando com o básico: o Big Mac
O Big Mac é um sanduíche extremamente simples. Até simples demais comparado com os outros do cardápio da McDonalds para ser considerado seu prato principal. É só lembrar a música da propaganda para lembrar que, além da carne, tem apenas alface, queijo, cebola e picles. Além do molho especial, claro (uma mistura de molho de mostarda para salada com maionese, açucar e vinagre. Aguarde uma receita em breve). O sabor predominante é do picles, mesmo só tendo duas rodelas em sua receita, além do amargo do molho.
O que salta os olhos é que o Big Mac é um “double deck”. Um pão que não vende em padarias regulares que tem dois andares e, por isso, tem também dois hamburguers. Isso um dia já foi considerado muito, mas nesse mundo de excessos, o sanduiche não faz muito bem o trabalho de matar a fome. Em parte porque a carne é menor que um hamburguer congelado de marca – desses da Sadia ou Perdigão – se não vier acompanhado de batatas fritas e refrigerante grande.

O bicho aberto. Dois hamburguers que valem por um
Isso vai chocar os mais resistentes a franquia, mas o Big Mac é mesmo uma questão de sabor que de tamanho. E ele tem um sabor bem específico, o que é uma identidade difícil de dar a um sanduíche. O segredo é saber lidar com isso, usando, por exemplo, os outros molhos especiais da McDonalds. O caipira – uma espécie de catchup mais picante – dá uma vida totalmente nova ao hamburguer, além, claro, do Barbecue.
Avaliação: 








(4.5/10)
- Apresentação:




(3/5)
- Ingredientes:




(2/5)
- Quantidade:




(2.5/5)
- Sabor:




(2.5/5)
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Eu sempre quis fazer um blog sobre sanduiches. A idéia começou já tem uns dois ou três anos, enquanto conversava com amigos sobre algumas idéias geniais para por em prática na internet quando se trata de comida. Esse tempo passou e, até agora, ninguém colocou aquelas invenções que tivemos em prática. Então, depois de uma madrugada ansiosa em Salvador, contando as horas para voltar para casa em Recife, eu decidi fazer um hamburgão para acabar com a carne moída que tinha comprado. Inventei uma mistura de ingredientes e pronto, estava de volta a vontade de por o blog na rua.
O Bloggin’Burger não é muito mais pretensioso além do que seu nome sugere. É um blog para falar de sanduíches. Quero fazer resenhas, com fotos, e avaliações desde as cadeias internacionais até as casas menores. Minha idéia é criar uma navegação inteligente aqui com tags, para formar um super banco de dados de hamburgerias no Brasil, já que viajo tanto e elas acabam virando uma parada obrigratória por onde passo. Nesse meio tempo, também vou mandando receitas de sanduiches, da carne até o molho.
Espero que gostem. Espero que comente, critiquem e até colaborem. Eu não como carne branca, por exemplo. Então se tiver alguém por ai disposto a mandar resenhas e receitas de hamburger de frango, fique a vontade! A dinâmica aqui vai ser fácil de perceber com o tempo e começa já! Sejam bem vindos!
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