Archive for January, 2009

Stephen Colbert entrevista Paul.

Saturday, January 31st, 2009

stephen_colbert

Is it true, Michael?

Saturday, January 31st, 2009

Aqui no www.fubap.org rola um blog só sobre documentários, do Silvano.
É bem foda.
Recentemente entrou esse aqui, sobre as relações entre a Mafia e a galera que fez “O Poderoso Chefão”.

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IBM prevê o futuro

Saturday, January 31st, 2009

Nesse site aqui voce encontra uma série de slides feitos em 1975 pela IBM, pra mostrar como seria o futuro:

Queria ver ter previsto o Buck Angel, isso sim!

 

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Agora sim, Luiz Buff nos fala sobre o livro de Daniel Galera!

Saturday, January 31st, 2009

A Intoxicação é “procuradôra” d’a Pureza

O modernismo foi bem bom – e não devemos voltar atrás. Ao mesmo tempo, após um grande salto adiante, avançar jamais vem sem ter bem digerido o passado e suas lições.

O tema aqui – ainda que por 53,87% do texto não pareça – é Cordilheira, último livro do novo brasuquinfante das letras, Daniel Galera.

Das coisas que o Modernismo velou como verdade, classificando apenas como pleonasmo ou tautologia: “LEITURA é A Leitura”.

O que equivale ao seguinte: lista-nick-bloom-harold-hornby-dos melhores-de-X-período-de-tempo é lixo. Não perca seu tempo (em confeccionar ou ler): a disciplina perdida pós tirania do POP é a crítica, ou hermenêutica – o saber que qualquer arte não existe sem uma leitura pessoal dela, sem uma boa leitura independente de já quão tenham dito que aquilo é realmente bom, “e todo mundo que sabe alguma coisa do que vale hoje dia ( =SOU HYPE E SÓ DISSO EM MIM GOSTO) bate cabeça para tanto, não como headbanger, mas como vaquinha de presépio”.

Cordilheira é um livro construído em torno (cá-lá-ro, na minha Leitura) duma velha verdade das psicologias pós-sistêmicas – propriamente a lei áurea dessas escolas todas: Tudo no mundo é nada mais que uma narrativa pessoal – Toda Vida É Narrativa.

Uma pergunta parêntese, de um leitor de tudo que o Galera escreveu até hoje, fora o livro daquela editora caô “quero-aparecer-e-agora-sem-ser-filho-do-tangos-e-tragédias-aqui-no-‘Risos(RS)??” dele e do Pelizari(quem duplica muito consoantes e é brasileiro: foi mal mas é muita bichice por via genética, ainda que você não tenha podido escolher como se escreve) é:

(Também ir pesquisar a vida do escritor, o background, pra certificar-se de linda e puramente tracejar origens das impressões que te deixa a leitura é bichice – mas aí tem outro nome, específico, “historiador”, ou, “crítico de literatura”)

Por quê, exatamente, constrói-se na obra do guri como melhor traço o jeito paranormal de analisar e ver e construir e descrever nosologias psicopatológicas tão bem?!?!

Pois (como já tinha acontecido em “Mãos de cavalo”, de forma mais difusa e construída pela inteireza da obra) o melhor do livro é a descrição mental dum ataque de pânico – páginas 104 a 106.

A intoxicação busca mormente a pureza. Numa frase, o livro é sobre isso. E, de novo, é totalmente o jeito-Galera-da-visão-psicológica.

A trama desenvolve-se através de duas posições narrativas dessa sentença, em termos de literatura – somente para seus(dela, a literatura) observadores: a de Diego (vulgo Holden, não sei se do Poker ou do salinger) e a de Anita (alter-ego do autor pressa nave-de-voz, brasileira-relocada-na-Bs.-As.).
Tudo é narrativa – e os dois são antípodas: Parisi e os argentinos radicalizam a negação do Nelson Rodrigues da vida-como-ela-é – e a ficção em existência torna-se a vida ela mesma, abrindo passo para aliterações quaisquer do nazismo; Anita insatisfaz-se com o premiado livro feito como versão em negativo de suas vontades mais profundas – puro farol de negação da real vontade de ter um filho diferente da que teve seu pai com ela, mas querendo copiá-lo na ausência do par complementar homem-mulher. Ambos usar-se-ão (sim, mesóclise não mais existe, mas e se você não se importa e sabe usar?) como meios para um fim, seu próprio e pessoal fim – revelando a mesma falta pós-moderna, a solidão: “se te usar pro que preciso, faltar-me-ás nesse caminho que só seria completo se te tivesse dito e o tivesses aceito”.

Ah, o Galera e sua linguagem – que é o mesmo de seu livro. Pois no Cordilheira é o POP que atrapalha.

Posto que faltou apenas uma marca da Literatura pra Cordilheira ser um livraço: Nenhum mendigo de Shakespeare falava em pentâmeros iâmbicos; europeu algum falava como as personagens de Thomas Mann de Doutor Fausto/A Montanha mágica:

O (a) “Galera” (ê perdição da rapeizze pós-ditadura) tem muito mais a dizer do que o POP ao qual ele(a) ainda acha que deve servir. Mesmo livro pago pelo projeto “Amores Expressos” (caray, s’eu Wong Kar-Wai fosse, ficaria puto mais que o não-escolhido Mirisola pelo uso bastardizado dum meu conceito muito mais rico, ainda que apenas na tradução maneira e inspirada do título nacional. Aí cê vê que o Schwartz é gênio, mas é comércio), o Galera tem e fez mais. Pra que ficar nessa mimese da linguagem Globo-MinhaRapeize-BBB-Mudernagem de “caralho” e subgêneros? Não tem Precisão, rapá!

“There outta be a law!/
against you coming around/
you should be made to wear/
earphones!”

Galera, tu e eu – nós – nem precisamos disso pra vender (apesar da pressão de publicar pela Cia – e se a livros do mal se tivesse chamado alguma SILGA que desse Fbi?). Esse é o fato não-dito por trás de toda AVERBUCKAGEM ESNECESSÁRIA das letras brasileiras contemporâneas. Nem Mann, nem Joyce, nem Faulkner, nem Murakami, nem o maneirista Mirisola fazem tal. Libertas quae sera tamen.

Só não destilo mais o livro por cau d’espaço-net. O Galera tem donde tirar – e é . O Cordilheira é Livro. Clap-clap-clap.

Ainda assim, mais um parágrafo torração-de-saco, pra fechar: arrisco que a leitura mais profunda do Cordilheira é ver nos dois grupos (argentinos e brasileira, escrever pra viver ou viver pelo que pro autor revela a pós-escrita) uma encenação ficcional do dilema de um talentoso – e aqui vale para qualquer arte:

Aceito tornar-me a personagem de mim porque incorporei um papel social que traz vantagens ou faço o que sinto por mais que, no mundo de cartas marcadas, não deixar de fazê-lo seria socialmente “loucura”? Parisi ou Anita?

Fora isso, o Galera escreve amor. Tem uma linda lição de amor na Cordilheira, na descrição do eremita sobre sua mulher, e na última seção do livro. Só que seria uma outra resenha.

Tudo somado, candango com o dedo na ferida da polêmica sudeste, que eu preferiria que o Mirisola zoasse Bs. As… e o Galera ficasse com Praga – sem dúvida!

(Ao mesmo tempo, Sérgio Sant’Anna virá aí… avohái!)

Crocop

Saturday, January 31st, 2009

Documentariozinho no youtube sobre o comédia.
Sim, chamo ele de comédia. E aí?
Quebro.

O Rei da Bazânia

Saturday, January 31st, 2009

Amanhã, a essa hora:

Friday, January 30th, 2009

Ahhh, Amarante…. vai negar?

Viva o cinema cerradino!

Thursday, January 29th, 2009

Hoje tem

Wednesday, January 28th, 2009

Ping-Pong do Balaio.

Bacon Explosion

Wednesday, January 28th, 2009

Deu no New York Times: Bacon Explosion é mania nos EUA.

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